Abrir Novos Caminhos no projeto Feminino da Salesiana!

Seniores Femininos 19 Abril 2017

Abrir novos caminhos, alargar horizontes mais sustentáveis e apostar nas enormes margens de progressão das atletas mais jovens!

É em cima desta nova ideia que faço neste momento uma espécie de avaliação sobre os 3 anos de vida do projeto feminino da A J Salesiana. Haver mais um local de oportunidades para as atletas femininas que gostam e apostam na modalidade, dotar um clube com mais de 50 anos principalmente dedicado à formação, de estrutura, de mentalidade e de “espaço” para o hóquei feminino, não foi tarefa fácil, mas na verdade, com a ajuda da própria Direção e da minha equipa técnica, foi bastante compreensível o “espaço ganho” e hoje pode dizer-se que já é natural e ninguém duvida da componente que ajuda a “completar” um verdadeiro projeto de formação que é a A J Salesiana, com todos os escalões bem compostos de atletas e que ao mesmo tempo, está intrínseco na passagem depois para a verdadeira competição nos escalões mais elevados.

Olhamos para o passado muito satisfeitos e muito orgulhosos do que já se conseguiu, quer a nível de clube e de equipa feminina, mas principalmente pelo total cumprimento dos verdadeiros e básicos objetivos que lançaram mais uma equipa Sénior Feminina na modalidade. Vários caminhos foram tomados, vários objetivos alcançados, mas mais importante que isto tudo, vários sonhos e vários projetos pessoais foram cumpridos e ao mesmo tempo, várias visões de futuro foram “abertas”.

Agora que temos o “nosso espaço” conseguido com uma estrutura estável e bem enquadrada dentro do clube, acho que é tempo de olhar para o futuro e começarmos seriamente a repensar os próximos anos desta equipa feminina, numa ótica diferente de uma maior progressão e desenvolvimento humano e desportista mais sustentável, numa aposta na criação de mais oportunidades e maior preocupação na identificação das margens de progressão individuais e coletivas e ao mesmo tempo dota-las de um importante mas saudável espírito competitivo e de equipa – olhar para um conjunto de atletas jovens (já existentes no clube e outras), com idades intermédias e “às portas” das Seniores e que no meu entender poderão vir a estar um pouco “tapadas”, principalmente pela falta de equipas Seniores Femininas e de possibilidade de diversificação.

Penso que, invertendo um pouco o projeto “de pernas para o ar”, podemos criar e aumentar drasticamente a margem de progressão individual e coletiva, numa ótica de visão mais futura de oportunidades e com maior sustentabilidade, mais enquadrado com o que nos vem sendo até proposto pelas próprias atletas e pelas “instâncias superiores”. Darmos mais enfoque no tempo de jogo, mais diversificação de competição direta individual e coletiva, e com isso podermos dar também mais imagem, mais conhecimento e porque não, mais divulgação das capacidades individuais e coletivas.

Mantemos assim a forte aposta em todas as provas Nacionais e Internacionais em que pudermos participar e decidimos tentar uma incrementação mais direta no projeto “por baixo”, apostando mais forte em termos uma equipa constituída principalmente por atletas sub20, sub17 e sub15 (com mais uma ou outra sénior se assim se entender) e com uma forte aposta na incrementação das oportunidades para cada atleta e nas suas enormes margens de progressão, de evolução e crescimento – mais aprendizagem e competição.

Dentro do lema que sempre guiou esta equipa: “Great things happen when we work together”, penso hoje – Abrir novos caminhos, alargar horizontes mais sustentáveis e apostar nas enormes margens de progressão das atletas mais jovens!